"Por Causa da tua Palavra, Lançarei as redes"

sexta-feira, 16 de abril de 2010

PARABENS PAPA BENTO XVI

Papa Bento XVI, uma bênção para a Igreja



Seguem as palavras de Monsenhor Jonas Abib:

Eu fiquei muito contente, quando o Cardeal Joseph Ratzinger foi eleito Papa e escolheu o nome de Bento, pois ele não imaginava as intenções de Deus. Ele é verdadeiramente a bênção personalizada, é a concretização da bênção, para nós, agora, na Igreja e no mundo. Nós precisamos dessa bênção!

Lembro-me de que, ainda lá em Roma, uma senhora nos contou um fato muito interessante sobre ele. Ela tem uma doceria bem próxima à portaria do Vaticano e nos disse que o conhecia desde que era cardeal, pois ele passava muitas vezes por ali. Um dia, ela viu o Papa Bento XVI vindo de branco (já era Papa), logo nos primeiros dias após a eleição, saindo do Vaticano. Então, os vigilantes foram na direção dele e perguntaram-lhe: "Aonde o senhor vai?", ele disse-lhes: "Eu vou para minha casa, pois vou pegar os meus livros, meus materiais de trabalho, porque eu tenho de trabalhar e ninguém me trouxe nada ainda”. E os seguranças lhe disseram: "Mas, Santo Padre, o senhor não pode!" Então, ele perguntou a eles: "Por que eu não posso?" Eles pediram-lhe que aguardasse um pouco e buscaram mais seguranças, e trouxeram-lhe um carro. Ele queria ir por ele mesmo, mas levaram-no de carro e o povo pôde vê-lo e o aplaudiu.

Ele é simples, e nós precisamos nos acostumar com ele tão simples. A ternura que ele expressa nos olhos é a ternura do coração dele. As bases para a nova evangelização foram colocadas na Igreja, e o Papa Bento XVI veio trazer todo o progresso para que a Igreja encare os desafios do mundo de hoje.

Que Deus abençoe o Pontífice neste dia especial de seu aniversário!

Monsenhor Jonas Abib

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Alegrai-vos

Filipenses 4, 4-7

4. Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!
5. Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo.
6. Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças.
7. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.


COMENTÁRIO.

Este fim de semana os irmãos que estão preparando o Encontro Regional de Jovens estiveram reunidos com o articulador do MJ da região Nordeste e palavra que foi partilhada foi essa, em especial o versiculo 6.
Eu tomei posse desta palavra e tomei posse da alegria de Deus, está sendo uma semana dificil , mas a paz de Deus, vai guardar nossos corações em Cristo Jesus.

MEU IRMÃO, É PALAVRA DE DEUS!!!!!
É O CRISTO RESSUCITADO NO MEIO DE NÓS!!!
VAI PROCLAMAR A PALAVRA, VAI ANUNCIAR A BOA NOTICIA!!

Precisamos testemunhar para o mundo inteiro que a Paz que é tão sonhada e falada em reunioes dos lideres mundiais, tem um nome, é JESUS CRISTO!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

EITA MAH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


ESSE CARA , ET, ARGENTINO,MAGICO DA BOLA E TODOS OS ADJETIVOS QUE ESTÃO SENDO DADOS A ELE É POUCO.

MAS NAO SE PREOCUPEM, O CARA TA JOGANDO MUITA BOLA, MAS A NOSSA SELEÇÃO VAI SER HEXA.


EITA MAH!!!!!!!!!!!!

DUNGA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Deixar Ronaldinho Gaucho fora da Copa!

TA ERRADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

DIA DE ATUALIDADES ESPORTIVAS


Semifinais
Domingo, 11/04/2010 - 16:00 Jogo I
Campeonato Cearense - Semifinal
Ceará 4 X 0 Crato


Notícias Sábado, 10/04/2010 - 16:30 Jogo II
Campeonato Cearense - Semifinal
Guarany (S) 2 X 1 Horizonte


DOMINGO TEM A FINAL DO 2º TURNO

CEARA X GUARANY (S)

domingo, 11 de abril de 2010

VENHA FAZER PARTE DA SELEÇAO DE CRISTO





VENHA PARA O ENCONTRO REGIONAL DE JOVENS EM CAMPINA GRANDE!!!

WWW.RCCPB.COM.BR/ERJ

sábado, 10 de abril de 2010

JESUS, EU CONFIO EM VÓS

Devoção a Divina Misericórdia

A devoção à Divina Misericórdia

Esta devoção se baseia nos ensinamentos dados por Jesus à Irmã Faustina Kowalska.
As formas dessa devoção, de extrema eficácia à salvação das almas, são: a Imagem, a Festa (1º domingo depois da Páscoa), a Novena, o Terço, e a Hora da Misericórdia (às três horas da tarde).

Irmã Faustina teve seus escritos proibidos por mais de 20 anos. Em 1978, a Santa Sé, após um exame minucioso de documentos originais aos quais não havia tido acesso antes, reverteu completamente a decisão de proibir a divulgação da imagem e da devoção à Divina Misericórdia. O Cardeal Karol Wojtyla, atualmente Papa João Paulo II, foi o maior responsável por essa reversão, como Arcebispo da diocese de Irmã Faustina em Cracóvia.

Irmã Faustina foi beatificada em 1994 e canonizada em 30 de abril de 2000, como Santa Maria Faustina do Santíssimo Sacramento.

A Festa

O Diário de Irmã Faustina contém pelo menos quinze ocasiões nas quais se refere ao pedido do Senhor para que fosse estabelecida em toda a Igreja, oficialmente, a "Festa da Misericórdia". Ele disse:

"Desejo que a Festa de Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia estão abertas as entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo o mar de graças nas almas que se aproximarem da fonte da minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e castigos. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças...
Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da minha Misericórdia."
(Diário no.699)

Assim, no dia 30 de abril de 2000, o Papa João Paulo II declarou que "Em todo o mundo, o Segundo Domingo da Páscoa receberá o nome de Domingo da Divina Misericórdia, um convite perene ao mundo cristão para encarar, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e provações que a humanidade enfrentará nos anos vindouros".

O nome oficial deste dia litúrgico será "Segundo Dia da Páscoa ou da Divina Misericórdia".

sexta-feira, 9 de abril de 2010

LITURGIA DIARIA

Evangelho (João 21,1-14)
Sexta-Feira, 9 de Abril de 2010
Oitava da Páscoa



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus.
3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”.
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar.
8Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. 12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Tempo Pascal : A OITAVA DA PASCOA


Passados os exercícios da Quaresma, pelos quais nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela nova vida que o Senhor nos conquistou pagando, com sua entrega na cruz, o alto preço de nosso resgate. A cor litúrgica é branca, símbolo da pureza e da alegria (afinal, estamos limpos do pecado) e a presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, coluna de LUZ que vai à frente do seu povo.
Nesta semana, em particular, estamos celebrando A OITAVA DA PÁSCOA. Como o mistério da "passagem" do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objetivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS (no passado, esse era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados durante a Vigília Pascal).
Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até a Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos de Atos dos Apóstolos e do Evangelho de João. São trechos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e nos convidam a fazer da nossa vida uma contínua páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.
Que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine para que possamos ser LUZ para o mundo!

RESSURREIÇÃO DE CRISTO



Ressurreição de Cristo
A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante da nossa fé em Cristo e representa, com a Cruz, uma parte essencial do Mistério pascal. Para além do sinal essencial constituído pelo túmulo vazio, a Ressurreição de Jesus é atestada pelas mulheres que foram as primeiras a encontrar Jesus e o anunciaram aos Apóstolos. A seguir, Jesus «apareceu a Cefas (Pedro) e depois aos Doze. Seguidamente, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez» (1 Cor 15,5-6) e a outros ainda. Os Apóstolos não teriam podido inventar a Ressurreição, uma vez que esta lhes parecia impossível: de facto, Jesus repreendeu-os pela sua incredulidade. Embora seja um acontecimento histórico, constatável e atestado através dos sinais e testemunhos, a Ressurreição, enquanto entrada da humanidade de Cristo na glória de Deus, transcende e supera a história, como mistério da fé. Por este motivo, Cristo ressuscitado não se manifestou ao mundo mas aos seus discípulos, fazendo deles as suas testemunhas junto do povo. A Ressurreição de Cristo não foi um regresso à vida terrena. O Seu corpo ressuscitado é Aquele que foi crucificado e apresenta os vestígios da Sua Paixão, mas é doravante participante da vida divina com as propriedades dum corpo glorioso. Por esta razão, Jesus ressuscitado é soberanamente livre de aparecer aos seus discípulos como Ele quer, onde Ele quer e sob aspectos diversos. A Ressurreição de Cristo é uma obra transcendente de Deus. As três Pessoas actuam conjuntamente segundo o que lhes é próprio: o Pai manifesta o Seu poder; o Filho «retoma» a vida que livremente ofereceu (Jo 10,17) reunindo a Sua alma e o Seu corpo, que o Espírito vivifica e glorifica.

Importância
A Ressurreição é o culminar da Encarnação. Ela confirma a divindade de Cristo, e também tudo o que Ele fez e ensinou, e realiza todas as promessas divinas em nosso favor. Além disso, o Ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, é o princípio da nossa justificação e da nossa Ressurreição: a partir de agora, Ele garante-nos a graça da adopção filial que é a participação real na sua vida de Filho unigénito; depois, no final dos tempos, Ele ressuscitará o nosso corpo.




Ressurreição dos Mortos
O estado definitivo do homem não será só a alma espiritual separada do corpo, mas também que os nossos corpos mortais um dia retomarão a vida. Como Cristo verdadeiramente ressuscitou dos mortos e vive para sempre, assim Ele próprio nos ressuscitará a todos no último dia, com um corpo incorruptível: «os que tiverem feito o bem para uma ressurreição de vida, e os que tiverem feito o mal para uma ressurreição de condenação».

Referência
Compêndio do Catecismo da Igreja Católica

sexta-feira, 2 de abril de 2010

HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO


Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.

Ainda há tempo de conversão!

Deus ainda está esperando a sua adesão ao projeto Salvifico de Cristo na Cruz!

Jesus se entrega totalmente na Cruz para salvar a humanidade e nos dá uma oportunidade de viver a vida nova em seu amor.

"O VIVER É CRISTO , E O MORRER É LUCRO"

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO


Sexta Feira da Paixão

Paixão de Cristo"Chegado ao meio-dia, houve trevas por toda a terra, até às três da tarde. Às três horas, Jesus exclamou em alta voz: "Eloì, Eloì, lema sabactàni?" que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste? (...)Soltando um grande brado, Jesus expirou. (...)Ao vê-Lo expirar daquela maneira, o centurião, que se encontrava em frente d'Ele, exclamou: "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus". Jesus, pregado na Cruz, imobilizado nesta terrível posição, invoca o Pai (cf. Mc 15, 34; Mt 27, 46; Lc 23, 46). Todas as suas invocações testemunham que Ele está unido com o Pai. "Eu e o Pai somos um" (Jo 10, 30); "Quem Me vê, vê o Pai" (Jo 14, 9); "Meu Pai trabalha continuamente e Eu também trabalho" (Jo 5, 17).

quinta-feira, 1 de abril de 2010

QUINTA-FEIRA SANTA





Benção dos Santos Óleos
Na Quinta-feira Santa, óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.

Óleo do Crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar "o bom perfume de Cristo". É usado no sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento do sacerdócio, para ungir os "escolhidos" que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.
Óleo dos Catecúmenos - Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.
Óleo dos Enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como "extrema-unção". Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.



Instituição da Eucaristia
Na véspera da festa da Páscoa, como Jesus sabia que havia chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (Jo 12, 1). Caía a noite sobre o mundo, porque os velhos ritos, os antigos sinais da misericórdiainfinita de Deus para com a humanidade iam realizar-se plenamente, abrindo caminho a um verdadeiro amanhecer: a nova Páscoa. A Eucaristia foi instituída durante a noite, preparando antecipadamente a manhã da Ressurreição. Jesus ficou na Eucaristia por amor..., por ti.




Ceia do Senhor (Lava-pés)
Um momento solene - No 13º capítulo do seu Evangelho, João fala sobre Jesus fraco, pequeno, que terminará sendo condenado e morto na cruz como um blasfemador, um fora da lei ou um criminoso. Até então, Jesus parecia tão forte, havia feito tantos milagres, curado doentes, ordenado que o mar e o vento se acalmassem e falado com autoridade para os escribas e os fariseus. Nós estamos frente a um Deus que se torna pequeno e pobre, que desce na escala da promoção humana, que escolhe o último, que assume o lugar de servo ou escravo. De acordo com a tradição judia, o escravo lavava os pés do senhor, e algumas vezes as esposas lavavam os pés do marido ou os filhos lavavam os do pai.




Desnudação do Altar
A desnudação do altar hoje, é um rito prático, com a finalidade de tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus. O rito atual é realizado de modo muito simples, após a missa. Feito em silêncio e sem a participação da assembléia. As orientações do Missal Romano pedem que sejam retiradas as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja. O significado é o silêncio respeitoso da Igreja que faz memória de Jesus que sofre a Paixão e sua morte de Jesus, por isso, despoja-se de tudo o que possa manifestar festa.